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		<title>Revista Sábado, 10 Maio 12</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 13:29:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/05/arquivo-alteridade-sabado-160x800.jpg" alt="arquivo alteridade sabado" title="arquivo alteridade sabado" width="160" height="800" class="aligncenter size-medium wp-image-2563" /></p>
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		<title>Le Cool, 14 Maio 12</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:41:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/05/lecool2-640x656.jpg" alt="" title="" width="434" height="431" class="alignleft size-medium wp-image-2556" /></p>
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		<title>ARQUIVO E ALTERIDADE</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[creamart]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Arquivo e alteridade”, exposição de José Maçãs de Carvalho, prossegue uma investigação em torno do arquivo, memória e dos circuitos mnemónicos que podem iluminar as relações imagéticas entre aqueles.
Este conjunto de fotografias articuladas entre si, de forma não-hierarquizada, passarão seguramente pela lógica da hiperligação, enquanto rede de ligações indexante, tomando em consideração a “lei-da-boa-vizinhança” e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/04/jmc.jpg" alt="jmc" title="jmc" width="540" height="583" class="aligncenter size-full wp-image-2515" /></p>
<p>“Arquivo e alteridade”, exposição de José Maçãs de Carvalho, prossegue uma investigação em torno do arquivo, memória e dos circuitos mnemónicos que podem iluminar as relações imagéticas entre aqueles.<br />
Este conjunto de fotografias articuladas entre si, de forma não-hierarquizada, passarão seguramente pela lógica da hiperligação, enquanto rede de ligações indexante, tomando em consideração a “lei-da-boa-vizinhança” e a “iconologia dos intervalos” (termos cunhados por Warburg), no sentido de podermos clarificar  as relações de significação entre imagens, ou melhor, as tensões relacionais entre as imagens num contexto não narrativo.Tensões essas estimulantes de ressonâncias, paralelismos e associações disjuntivas, na linha de pensamento de Roland Barthes, quando refere um sentido obtuso em algumas imagens, por oposição ao sentido óbvio, este do domínio do simbólico, o outro enquanto excesso que desestabiliza o simbólico e que é acidental no trabalho artístico, mas significativo na sua recepção.</p>
<p><strong>José Maçãs de Carvalho</strong> (Anadia, 1960)<br />
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Universidade de Coimbra); Pós-Graduado em Gestão de Artes (Inst. de Estudos Europeus de Macau); Doutorando em Arte Contemporânea (Colégio das Artes da Universidade de Coimbra) e Professor no Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra.<br />
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (1994), Fundação Oriente (1999-2007), Instituto Camões (2001 e 2007), Centro Português de Fotografia (2003) e Instituto das Artes/Dgartes (2006, 2007 e 2008).<br />
Em 2002 comissariou o projecto “Topografias da Vinha e do Vinho”, missão fotográfica sobre a Região da Bairrada, (Cordoaria Nacional, Lisboa e Kunstlerhaus Bethanien , Berlim); em 2003 comissaria e projecta as exposições temporárias e permanente do Museu do Vinho da Bairrada, Anadia; em 2005 comissaria “My Own Private Pictures”, na Plataforma Revólver, no âmbito da LisboaPhoto.<br />
Nomeado para o prémio BESPhoto 2005 (Janeiro a Março de 2006, CCB, Lisboa) e para a “short-list” do prémio de fotografia Pictet Prix, na Suiça, em 2008. Júri no concurso de fotografia Purificacion Garcia, Madrid, 2006 e no Festival de Cinema Black and White, Universidade Católica do Porto, 2009. Organiza e concebe a exposição “My Choice – escolhas de Paula Rego na colecção do British Council”, para a Casa das Caldeiras, na Universidade de Coimbra.</p>
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		<title>BEYOND EMOTIONS</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[rockgallery]]></category>

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		<description><![CDATA[
BEYOND EMOTIONS 
Leonor Hipólito 
Os dias passam, os meses avolumam-se e as páginas de um livro preenchem-se.
Na tentativa de desenhar a imagem das emoções a linha sai esbatida e os contornos ambíguos. A familiaridade da composição é a estranheza da mesma.
Uma frase ressalta da escrita: Beyond Emotions.
Resultado de ano e meio de pesquisa: Beyond Emotions [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/04/convite_leonor_h.JPG" alt="convite_leonor_h" title="convite_leonor_h" width="391" height="490" class="aligncenter size-full wp-image-2509" /></p>
<p>BEYOND EMOTIONS </p>
<p>Leonor Hipólito </p>
<p>Os dias passam, os meses avolumam-se e as páginas de um livro preenchem-se.<br />
Na tentativa de desenhar a imagem das emoções a linha sai esbatida e os contornos ambíguos. A familiaridade da composição é a estranheza da mesma.<br />
Uma frase ressalta da escrita: Beyond Emotions.<br />
Resultado de ano e meio de pesquisa: Beyond Emotions é o novo projecto de Leonor Hipólito que reúne objectos e um livro. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O PESO E A IDEIA</title>
		<link>http://transboavista-vpf.net/2012/04/o-peso-e-a-ideia-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[plataforma]]></category>

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		<description><![CDATA[
PISO 1
O PESO E A IDEIA 
PLATAFORMA REVÓLVER (Piso 1) 
Ana Fonseca, Bryn Chainey, João Ferro Martins, Nuno Vicente, Orlando Franco, Samuel Rama, João Pombeiro, Ricardo Quaresma Vieira, Marisa Benjamim, Rita Firmino de Sá, Rodrigo Bettencourt da Câmara, Vítor Reis, Susana Anágua, Ruth Le Gear, Sara Wallgren 
Curadoria &#124; Orlando Franco e Nuno Vicente 
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/04/convite_peso_ideia1.JPG" alt="convite_peso_ideia" title="convite_peso_ideia" width="540" height="521" class="aligncenter size-full wp-image-2505" /></p>
<p>PISO 1<br />
O PESO E A IDEIA </p>
<p>PLATAFORMA REVÓLVER (Piso 1) </p>
<p>Ana Fonseca, Bryn Chainey, João Ferro Martins, Nuno Vicente, Orlando Franco, Samuel Rama, João Pombeiro, Ricardo Quaresma Vieira, Marisa Benjamim, Rita Firmino de Sá, Rodrigo Bettencourt da Câmara, Vítor Reis, Susana Anágua, Ruth Le Gear, Sara Wallgren </p>
<p>Curadoria | Orlando Franco e Nuno Vicente </p>
<p>A ideia parte do questionar um objecto/obra a partir das suas principais premissas existenciais: a forma e o conceito. Na sequência disso, e a partir de uma intenção de discutir estas premissas, Orlando franco e Nuno Vicente principiaram numa problematização entre a dimensão física e conceptual de uma obra, por um lado, no entendimento plural desta dicotomia, por outro, a forma como esta é entendida na singularidade de cada artista.<br />
De modo rizomático, os artistas surgem no seguinte contexto como o resultado duma aproximação de vários pensamentos, operado sob a velha formula da empatia e da admiração mutua, quer umas vezes, pelo trabalho, quer outras pela sua postura. Tautológico, foi a constatação por parte dos artistas que na arte existe a oscilação de um binómio constituído pela forma e o conteúdo da obra, uma premissa básica e suficientemente abrangente para conveniência ou urgência de um mote institucional que possa ditar a conexão dos vários artistas em exposição.<br />
A constituição de um catálogo é à parte com a exposição, o momento procurado pelos artistas como possibilidade de expressão, operado de modo múltiplo e onde cada um dos intervenientes irá falar de modo aberto através de um texto, sobre a intenção artística, mais do que sobre os seus trabalhos, apresentando seus pontos de vista e o que deveria para cada um ser a arte e a sua direcção. </p>
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		<title>OBJET TROUVÉ</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[plataforma]]></category>

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		<description><![CDATA[
PISO 2
OBJET TROUVÉ 
PLATAFORMA REVÓLVER (Piso 2) 
Pedro Telmo Chaparra, Miguel Faro, Alexandre A. R. Costa, Biana Costa, Teresa Forbes, Javier Núñes Gasco, André Graça Gomes, Stefan Kornacki, Dominik Lejman, Melanie Manchot, Régis Perray, João Ribeiro, José Eduardo Rocha, André Teles. 
Curadoria &#124; Mário Caeiro 
Objet Trouvé. A cidade é um cadáver esquisito. 
OBJET TROUVÉ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/04/convite_objet-1.JPG" alt="convite_objet (1)" title="convite_objet (1)" width="540" height="763" class="aligncenter size-full wp-image-2500" /></p>
<p>PISO 2<br />
OBJET TROUVÉ </p>
<p>PLATAFORMA REVÓLVER (Piso 2) </p>
<p>Pedro Telmo Chaparra, Miguel Faro, Alexandre A. R. Costa, Biana Costa, Teresa Forbes, Javier Núñes Gasco, André Graça Gomes, Stefan Kornacki, Dominik Lejman, Melanie Manchot, Régis Perray, João Ribeiro, José Eduardo Rocha, André Teles. </p>
<p>Curadoria | Mário Caeiro </p>
<p>Objet Trouvé. A cidade é um cadáver esquisito. </p>
<p>OBJET TROUVÉ é a segunda de uma série de exposições dedicadas ao objecto do ponto de vista da ética da arte pública. A primeira exposição – OBJET PERDU – manifestou aspectos críticos da produção objectual face ao regime da arte contemporânea: o valor da imponderabilidade no processo colaborativo, o dinamismo da interligação entre os níveis da representação e da reflexão ou, finalmente, a multivocidade da acção artística no quotidiano. Na trama de argumentos, conforme concretizada na modalidade do dispositivo expositivo, a noção de perda constituiu o leit motiv para relacionar a produção artística com um certo distanciamento dos criadores face às narrativas culturais e ideológicas, mormente a própria ‘arte’. </p>
<p>Em 2012, este padrão de reflexividade, típica da arte crítica, desenvolve-se, ironicamente, no sentido do reencontro com o objecto. OBJET TROUVÉ reúne treze artistas cujos trabalhos contribuem para uma perspectiva multidimensional da vida colectiva, enquanto lugar-objecto de redenção social. Num encontro tão frágil e efémero quanto fulminante, e independentemente das estratégias de representação e interacção estética em causa, a ideia de palimpsesto enquadra esta emergência de uma forma social de que todos somos personagens à procura de um autor. Tal formação é historicamente uma deriva utópica, motivada por carências pedagógicas e terapêuticas (como na Bildung romântica). Na tradição da arte como techne, trabalho sobre as formas nas coisas, redunda num ethos que acarreta escolhas ao nível do dispositivo plástico e projectual. Os objectos tornam-se então testemunhos das acções que os definem; mas genuinamente graciosos apenas quando encontro com o outro e com o social, compassivamente. </p>
<p>Em OBJET TROUVÉ, este jogo crítico da inscrição do poder da arte continua a assentar na possibilidade da concreção objectual. Não como na praxis surrealista (reduzida pela história a uma linguagem), mas algures entre a noção mundana da trouvaille, o motivo processual da serendipidade e o desejo meta-comunicacional do aforismo. Em tempo de sound bites e verdades extremamente residuais, e face ao estertor tanto da reflexão política como do modelo de produção industrial, será que a discreta auto-contenção destas obras, fruto da distanciação dos autores para com as narrativas colectivas dominantes, não poderia ser vista como uma moral transparente da arte como tradição superada? </p>
<p>No quadro confinado dos espaços galerísticos, estas questões têm-se traduzido em práticas relacionais, nem sempre o discurso indo ao encontro de uma experiência produtiva do sublime. Daí a relevância de uma arte que traduz em luminosos encontros estéticos os sentimentos que mais fundamente motivam o devir da cidade, esse palimpsesto urbano violentamente descontrolado que entretanto se constitui como imagem representativa da nossa espécie e suas formas de habitar. Ao mesmo tempo, essa arte – transmissão de memória, vislumbre de possíveis, resiliência da polis – é antes do mais um modo produtivo de ir ao encontro do(s) objecto(s), experimentando mecanismos de jogo e acção, de encenação ou afastamento, explorando toda uma gramática da consciência e em particular a do efémero específico da condição artística no socius. Só que então, se a cidade é ela própria o objet trouvé destas práticas de apropriação e análise, não seremos nós próprios sucessivos ready mades (cada vez menos energéticos?) e a cidade o nosso museu, pejado de objectos perdidos e encontrados? A cidade é um cadáver esquisito. </p>
<p>Mário Caeiro<br />
Lisboa, 2012 </p>
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		<title>Programação Abril-Maio 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrada]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2011/11/convite-versosemcortes-copy-640x411.jpg" alt="convite-verso.ai" title="convite-verso.ai" width="640" height="411" class="aligncenter size-large wp-image-2448" /></p>
<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2011/11/convite-frente-copy-640x424.jpg" alt="convite-verso.ai" title="convite-verso.ai" width="640" height="424" class="aligncenter size-large wp-image-2449" /></p>
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		<title>Programa de Residências Artísticas Internacionais &gt; Fevereiro-Março 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 19:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[actividades]]></category>

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		<description><![CDATA[A Plataforma Revólver promove desde 2009 um programa de residências artísticas, construído numa rede de colaborações e parcerias internacionais, funcionando como estrutura de acolhimento artístico para a cidade de Lisboa. A concessão de residências internacionais favorece a cidade de Lisboa como destino para artistas, assumindo-se a residência como uma forma de internacionalização de natureza muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Plataforma Revólver promove desde 2009 um programa de residências artísticas, construído numa rede de colaborações e parcerias internacionais, funcionando como estrutura de acolhimento artístico para a cidade de Lisboa. A concessão de residências internacionais favorece a cidade de Lisboa como destino para artistas, assumindo-se a residência como uma forma de internacionalização de natureza muito prática.</p>
<p>O projecto de criação artística que a Plataforma Revólver desenvolve para a residência internacional é do tipo Artshare – propondo investir no campo dos contactos sociais e humanos, que criam dinâmica para a cidade de Lisboa e promovem a mobilidade de jovens artistas à escala mundial, para prazer de todos os envolvidos.</p>
<p>A residência oferece a possibilidade a artistas emergentes estrangeiros, de estabelecerem uma network com a arte contemporânea que se produz em Lisboa,  e cria a oportunidade para realização de obras e novos projectos – concebidos para a Plataforma Revólver em ligação com a cidade.</p>
<p>Em 2012 a Plataforma Revólver lança um novo programa de intercâmbio de residências artísticas, em parceria com instituições internacionais, nomeadamente a Maison des Arts Georges Pompidou (Cajarc), o Chateau de Servières (Marselha) e Block T (Dublin).</p>
<p><FONT COLOR=red><b>FEVEREIRO  >>  MARÇO</FONT></b> (Em parceria com a Fundação George Pompidou)</p>
<p>John Phillip Mäkinen<br />
<a href="http://cargocollective.com/johnphillipmakinen">www.cargocollective.com/johnphillipmakinen</a></p>
<p><b>OUTUBRO. >>  NOVEMBRO</b>  (Em parceria com o Chateau de Servières e a Associação Castelo d&#8217;If)</p>
<p>Alice Gadrey</p>
<p><b>OUTUBRO >>  NOVEMBRO</b> (Em parceria com BLOCK T e a Associação Castelo d&#8217;If)</p>
<p>Artista a confirmar</p>
<div id="attachment_2429" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2012/02/john1-640x434.jpg" alt="John Phillip Makinen (FIN) &gt; Fevereiro-Março 2012" title="John Phillip Makinen (FIN) &gt; Fevereiro-Março 2012" width="640" height="434" class="size-large wp-image-2429" /><p class="wp-caption-text">John Phillip Makinen (FIN) > Fevereiro-Março 2012</p></div>
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		<title>RÁDIO EUROPA LIVRE</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>transboavista</dc:creator>
				<category><![CDATA[rockgallery]]></category>

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		<description><![CDATA[
Plataforma Revólver Project.Sala 2
RÁDIO EUROPA LIVRE 
Curadoria João Fonte Santa 
João Fonte Santa, Margarida Dias Coelho, Maria do Rosário Maia, Susana Gaudêncio 
“Vim aqui para mascar pastilha elástica e partir tudo… e as minhas pastilhas acabaram.”*
RADIO EUROPA LIVRE é uma exposição de artes plásticas, e resulta de um choque frontal em linha de alta velocidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://transboavista-vpf.net/wp-content/uploads/2011/12/convite_project-499x800.jpg" alt="convite_project" title="convite_project" width="499" height="800" class="aligncenter size-large wp-image-2394" /></p>
<p>Plataforma Revólver Project.Sala 2<br />
RÁDIO EUROPA LIVRE </p>
<p>Curadoria João Fonte Santa </p>
<p>João Fonte Santa, Margarida Dias Coelho, Maria do Rosário Maia, Susana Gaudêncio </p>
<p>“Vim aqui para mascar pastilha elástica e partir tudo… e as minhas pastilhas acabaram.”*<br />
RADIO EUROPA LIVRE é uma exposição de artes plásticas, e resulta de um choque frontal em linha de alta velocidade de via única entre a Queda do Muro e a Primavera Árabe.<br />
RADIO EUROPA LIVRE acredita na compaixão generosa e espontânea; na solidariedade baseada numa ética perigosamente igualitária: pare e dê boleia a uma família. Jamais fure uma greve, mesmo que a sua família não tenha dinheiro para pagara renda de casa. Compartilhe seu último cigarro com um estranho. Roube leite quando não tiver para os seus lhos e ofereça metade aos lhos do vizinho. Ouça atentamente os sagazes e serenos que perderam tudo, menos a dignidade. Cultive a generosidade do “nós”. O que quero dizer, suponho, é que […] adoro as crianças corajosas que estão prontas para enfrentar o próximo inverno e passar frio nas ruas, bem como seus irmãos e sem abrigo.<br />
Fique atento à verdadeira recompensa: a democracia económica – o direito de as pessoas comuns tomarem macro-decisões sobre o investimento social, taxas de juros, uxo de capital, criação de empregos e afins. Se o debate não for sobre o poder económico, ele é irrelevante!<br />
A pobreza é a pior forma de violência.<br />
A Radio Free Europe/Radio Libertyé uma estação de rádio e organização de comunicação fundada pelo Congresso Norte-Americano e pela C.I.A., durante a guerra fria com o intuito de difundir propaganda norte americana nos países de influência soviética. Com o m do bloco de Leste a Radio Free Europe passou a orientar a sua atenção substancialmente para os estados (muçulmanos) do Médio Oriente e Ásia Central.<br />
A Radio Free Europe actualmente está instalada em Praga, na Republica Checa.<br />
Este texto foi compilado a partir de uma recolha de notícias e opiniões das agencias de noticias e do filme &#8220;Eles Vivem&#8221; de John Carpenter. </p>
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		<title>SUBTLE CONSTRUCTION</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:18:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[By transboavista at 2011-12-05
PISO 1
SUBTLE CONSTRUCTION 
Carlos Bunga, Matias Machado Cristian Rusu, Sancho Silva, Yukihiro Taguchi, Sinta Werner 
Curadoria Marta Jecu 
A exposição Subtle Construction tem como objectivo explorar as potencialidades do espaço construído, da construção na sua forma minimal. Esta exposição representa uma tentativa de investigar a arquitectura transformável. Terá em consideração as qualidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img28.imageshack.us/img28/654/convitesubtle.jpg" alt="Image Hosted by ImageShack.us"/><br/>By <a target="_new" href="http://profile.imageshack.us/user/transboavista">transboavista</a> at 2011-12-05</p>
<p>PISO 1<br />
SUBTLE CONSTRUCTION </p>
<p>Carlos Bunga, Matias Machado Cristian Rusu, Sancho Silva, Yukihiro Taguchi, Sinta Werner </p>
<p>Curadoria Marta Jecu </p>
<p>A exposição Subtle Construction tem como objectivo explorar as potencialidades do espaço construído, da construção na sua forma minimal. Esta exposição representa uma tentativa de investigar a arquitectura transformável. Terá em consideração as qualidades flexíveis, performativas e generativas da arquitectura. O projecto parte do entendimento que a arquitectura que não está ligada a um certo aparelho de mediação ou forma visual. É concentrado na arquitectura efémera e em formas transitórias dos processos de construção.<br />
Os artistas envolvidos trabalham com o espaço, a ausência, temporalidades sobrepostas e configurações espaciais, numa pluralidade de meios, tais como o desenho, a instalação, a performance e a animação de objectos. Os trabalhos estão ligados ao espaço vazio, à ausência de acção e narração, o outro lado da visibilidade. Tornam assim possível a experiência de uma dimensão virtual dos seus ambientes, trazendo à consciência potencialidades não manifestadas de locais, situações e objectos. Estes tornam-se actuais, experimentáveis, através do complexo processo de construção, no qual o artista actua, documenta e reencena.<br />
Subtle Construction propõe uma investigação sobre as possibilidades contemporâneas da realização do virtual, a qual não depende de meios digitais, mas que acarreta a consciencialização filosófica da era digital. As construções resultam de processos que sobrepõem espaços e varias temporalidades com modos básicos e extremamente minimais de lidar com o espaço e o objecto. Todos os trabalhos têm em comum a preocupação com a representação analítica do espaço e uma abordagem do quotidiano que está próxima dos receptores e interage com estes processualmente. A performatividade, pela sua afirmação natural e forma de expressão de situações e ambientes é entendida como activa, trazendo movimento ao espaço e gerando um processo de transformação. As obras são mediações da presença histórica, padrões de representação, de teatralidade, trazendo um registo de intensidade na arquitectura.<br />
É parte integrante da exposição Subtle Construction a escultura performativa de Hironari Kubota, The spinning idol ~ ???? Senjyu-Kannon. A performance será realizada no dia 15 e 19 de Novembro e a peça continuará em exposição até dia 31 de Dezembro no Jardim das Oliveiras, no CCB, com o apoio do Museu Colecção Berardo.<br />
Subtle Construction conta também com um livro teórico (Bypass Editions) dedicado ao virtual e ao imaginário na arquitectura, com as contribuições de Luis Santiago Baptista, Sancho Silva, Manuel Aires Mateus, Carlos Bunga, João Silvério, Pedro Gadanho, Sinta Werner, Dana Bentia, Matias Machado, Garrett Ricciardi e Julian Rose, Yukihiro Taguchi, Cristian Rusu, Hironari Kubota. </p>
<p>Apoios: Japan Foundation, Câmara Municipal de Lisboa, Romanian Cultural Institute, Goethe Institute, Gamut, Largo Residências, Plastimar, Museu Colecção Berardo, Turismo de Lisboa, Embaixada da Argentina, Plataforma Revólver,Artecapital.net, Sobreira &#038; Serras, Arta. </p>
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<p>PISO 1<br />
SUBTLE CONSTRUCTION </p>
<p>curator Marta Jecu </p>
<p>Carlos Bunga, Matias Machado, Cristian Rusu, Sancho Silva, Yukihiro Taguchi, Sinta Werner </p>
<p>The exhibition S u b t l e C o n s t r u c t i o n is meant to explore the potentialities of built space and to investigate transformable architecture. It will take into consideration the flexible, performative and generative qualities of architecture. The project has a starting point an understanding of architecture that is not connected to a certain medial device or visual form. It is concentrated on ephemerous architecture and transitiory forms of building processes. The artists involved work with architectural space in a plurality of media like drawing, installation, performance, animation, object. The works deal with empty space, absence of action and narration, the reverse side of visibility. They make possible the experience of a virtual dimension of their environments by bringing into consciousness unmanifested potentialities of places, situations, objects. These become actual, experienceable, through complex building processes, which the artist perform, document, re-enact.<br />
S u b t l e C o n s t r u c t i o n intends to propose an investigation of contemporary possibilities of realization of the virtual, which is not dependent on digital means, but which carry the philosophical awarenesses of the digital era. Constructions result from processes that superpose spaces and various temporalities with extremely minimal, basic modes of dealing with space and the object. All the works have in common a concern with an analytical representation of space and a quotidian approach, that is close to the receptors and interacts with them processually. The performativity, by which the natural affirmative, expressive power of situations and environments is perceived as active, brings movement into space and generates transformation process. The works are meditations on historical presence, patters of representation, on theatricality, and bring a register of intensity in architecture.<br />
As part of Subtle Construction is also the performative sculpture of Hironari Kubota The spinning idol ~ ????Senjyu-Kannon which will be performed on the15th and 19th November and shown until the 31st of December 2011 in the CCB Olive Tree Garden and is supported by the Berardo Collection.<br />
Subtle Construction issues also a theoretical book issued by Bypass and devoted to the virtual and the imaginary in architecture, which benefits of the contribution of Luis Santiago Baptista, Sancho Silva, Manuel Aires Mateus, Carlos Bunga, Joao Silverio, Pedro Gadanho, Sinta Werner, Dana Bentia, Matias Machado, Garrett Ricciardi and Julian Rose , Yukihiro Taguchi, Cristian Rusu, Hironari Kubota. </p>
<p>Sponsors and Partnerships:<br />
The Japan Foundation, Câmara Municipal de Lisboa, Goethe Institute, Romanian Cultural Institute, Museu Colecção Berardo, Plastimar, Largo Residencias, Gamut, Turismo Lisboa, Embaixada da Argentina, Transboavista, Sobreira &#038; Serras, Plataforma Revolver, Arta</p>
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