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PIERRE LARAUZA, CAZENGA VS LUANDA

Curadoria Pedro Sena Nunes e Ana Rita Barata

No contexto do 7º InShadow – Festival Internacional de Vídeo, Performance e Tecnologias.

Cazenga versus Luanda explora fenómenos urbanos contemporâneos e assuntos transculturais em Angola, onde a pobreza, o luxo e o turismo se encontram cara a cara. Um ensaio fotográfico de Pierre Larauza dedicado às mutações e à esperança.

Pierre Larauza (França, 1976) é um artista multidisciplinar que trabalha em projectos individuais ou colectivos nas áreas das artes visuais, dança e arquitectura. É director de arte e co-fundador da companhia de cinema e dança contemporânea sediada na Bélgica t.r.a.n.s.i.t.s.c.a.p.e com a coreografa Emmanuelle Vincent.

Cazenga versus Luanda explores and cross-cultural issues in Angola where poverty, luxury and tourism are facing each other. A photography essay by Pierre Larauza dedicated to mutations and hope.

Pierre Larauza (France, 1976) is a multidisciplinary artist working on individual and collective projects in the areas of visual arts, dance and architecture. He is art director and co-founder of the Belgian-based film and contemporary dance company t.r.a.n.s.i.t.s.c.a.p.e with the choreographer Emmanuelle Vincent.

Publicado a 12 de Novembro de 2015

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ARTFUTURA – INTELIGÊNCIA COLECTIVA

Peter William Holden, HouseSpecial, Dvein, Gwenn Germain, Knate Myers, Alberto Mielgo, Erik Wernquist, Chez Eddy…

Curadoria Montxo Algora

ArtFutura é um Festival de Cultura e Criatividade Digital que celebra este ano a sua vigésima edição. Fundado em 1990 em Barcelona, nesta edição de 2015 percorre diversas cidades como Lisboa, Madrid, Berlim, Bogotá, Buenos Aires, Londres, México, São Paulo.

Em 2015, o programa do ArtFutura analisa o estado atual da criatividade digital sob o tema “Inteligência Coletiva”, destacando animação 3D, virais, motion graphics, etc. Para Lisboa, traz o seu programa audiovisual completo. Trata-se de um programa de mais de seis horas de duração que inclui Inteligência Coletiva, Artworks, 3D Futura Show, Futura Graphics, Feeding the Web, entre outros.

Publicado a 12 de Novembro de 2015

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ACADEMIAS João Jacinto

João Jacinto (Mafra, 1966) vive e trabalha no Monte Estoril.

Em 1985 iniciou os seus estudos artísticos na E.S.B.A.L. Leccionou entre 1989 e 1992 no Ar.co em Lisboa. É, desde 2001, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Expõe, individualmente, desde 1987. Tendo participado em inúmeras exposições individuais e colectivas. A sua obra encontra-se representada em várias colecções: CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal, Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal, Colecção António Cachola –MACE – Elvas, Portugal, Fundação PLMJ, Lisboa, Portugal, Museu do Chiado (Deposito Isabel Vaz Lopes), Lisboa, Portugal, Museo Extremeño Iberoamericano de Arte Contemporaneo, Badajoz, Espanha, Veranneman Foundation, Kruishoutem, Bélgica, Art Collectors, Genève, Suíça, Fine Arts Gallery, Brussels, Bélgica, Renate Schröder Gallery, Cologne, Mönchengadbach, Alemanha, Gallery Catherine Clerc, Lausanne, Suíça, Collection Kierbaum & Partner, Colónia, Alemanha, Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Portugal, entre outras.

Publicado a 10 de Setembro de 2015

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HÉSTIA

Domingos Rego e João Francisco

O projecto que aqui se apresenta parte da referência à deusa grega Héstia, para empreender uma reflexão sobre o espaço e o modo como ele é vivenciado.Héstia não é só o centro da casa, representa a ligação sólida à terra, uma espécie de alicerce que confere solidez à construção. Essa qualidade traduz-se na cultura grega num significado de imobilidade e permanência. Héstia não sai de casa, aí se conserva convictamente, sem questionar o seu destino. Essa vocação representa uma centralidade a partir da qual irradia e se organiza o espaço humano, ela é a própria terra em relação ao cosmos. Se Héstia é a deusa da gravidade, do peso, da ligação à terra, Hermes desafia a gravidade. Por isso, representa o deus das coisas fortuitas, da sorte e do acaso.

É no mesmo plano da realidade que estes dois deuses se colocam, mas Héstia refere- se ao peso do encontro de cada um consigo mesmo, à gravidade existencial, enquanto Hermes representa a comunicação, as vivências viradas para o exterior. A conotação espacial destas duas divindades é colocada por Vernant nos seguintes termos:

Podemos dizer que o par Hermes e Héstia exprime, na sua polaridade, a tensão que surge na representação arcaica do espaço: o espaço exige um centro, um ponto fixo, com um valor privilegiado, a partir do qual possamos orientar e definir direcções, todas qualitativamente diferentes; mas o espaço representa-se ao mesmo tempo como lugar de movimento, o que implica uma possibilidade de transição e de passagem de qualquer ponto a outro.1

Domingos Rego
Azeitão, Setembro de 2015

1 Jean-Pierre Vernant, Mythe et pensée chez les Grecs, Paris, Éditions La Découverte, 1996, p. 159.

Publicado a 10 de Setembro de 2015

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ArtFutura 2014 – A Promessa Digital

Direcção > Montxo Algora

O Festival de Cultura e Criatividade Digital ArtFutura, explora os projectos e as ideias mais importantes surgidas no panorama internacional do new media, desenho de interacção, dos videojogos e da animação digital. ArtFutura mostra-nos que no início do novo milénio, arte e ciência percorrem mais do que nunca caminhos paralelos.

A Plataforma Revólver acolherá pela primeira vez em Lisboa o programa audiovisual completo do festival, www.artfutura.org

Publicado a 15 de Maio de 2015

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MI CASA ES TU CASA

João Maciel convida: João Manão, Oscar Rodriguez e Robin Hood

‘Mi casa es tu casa’ é o título da proposta expositiva de João Maciel para a sua estreia no espaço Project 1 da Plataforma Revólver. O projeto reúne um conjunto de artistas, cuja produção reflete amultiplicidade de perspetivas contidas no seu próprio corpo de trabalho: “Sempre tive o desejo de poder juntar todos aqueles que, de alguma forma, me impulsionaram a desenvolver o meu discurso criativo, que se tornaram as minhas referências e que trabalham dentro do meu campo de ação”.João Maciel assume, assim, a “curadoria” deste projeto, que no fundo não é mais que um desdobramento identitário, de forma a lançar a questão: Será que o que nos separa, não nos une também?

BIOGRAFIA
João Maciel
Vive e trabalha em Lisboa

2013 Terminou a Licenciatura de Pintura da Faculdade de Belas-Artes
1982 Nasceu em Lisboa, Portugal.

Exposições coletivas

2014 PING PUNK KING PONG, Dig Dig: Exposições Undergroud de Lisboa, Lisboa, Portugal.
FANTASTIC WORLD, Bells Are Still Ringing, Galeria Graça Brandão, Lisboa, Portugal.
EXPOSIÇÃO DE FINALISTAS, SNBA, Lisboa, Portugal.
2013 SWEET ORANGE MEGA BEAST, New Wave, VPF Cream Art Gallery, Lisboa, Portugal.
2012 DOIS PARA DOIS BALIZAS PEQUENAS, Lisboa, Portugal.
É ESTRANHO, ISEG em parceria com a FBAUL, Lisboa, Portugal.
NOVENTA E SEIS HORAS, Lisboa, Portugal.
G.A.B-A Galerias Abertas das Belas-Artes, Lisboa, Portugal.
2011 ATELIERS ABERTOS (FBAUL), Lisboa, Portugal.

Exposições individuais

2013 ALASKA PROJECT, Galeria 59, Lisboa, Portugal.

Residências

2012 PÉ DE CABRA – Residência Artística, Lisboa, Portugal.

Colaborações

2013 Colaboração numa peça para a exposição:
EFEITO WERTHER/ WERTHER EFFECT
João Pedro Vale + Nuno Alexandre Ferreira
Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, Portugal.

Publicado a 10 de Setembro de 2014

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IDEM IDEM ASPAS ASPAS

Tiago Duarte

Para ’Idem Idem Aspas Aspas’, Tiago Duarte apresenta uma nova série de Monótipos sobre papel, realizada entre 2013 e 2014, que assenta nos formatos mais habituais da sua prática.

http://tiagoalexandreduarte.com

Publicado a 10 de Setembro de 2014

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HOW TO FLY

Pedro Guimarães (Parceria Encontros da Imagem de Braga)
‘How to Fly’ é um conjunto de imagens produzido para um manual de instruções de voo. Fazendo referência a várias formas de levantar voo, literais e metafóricas (quando não em combinações simultâneas de ambas), trata-se de um manual que nunca chegou a ser autorizado nas academias de voo modernas. O motivo, diz-se entre dentes nas casas de banho das academias de voo e aeródromos deste país, é o suporte das leis da sustentação aerodinâmica segundo teorias provenientes de lamacentos campos da metafísica e até mesmo da fantasia juvenil. Em boa verdade, diga-se, seria talvez por isso que este mesmo manual teria previsto vários capítulos dedicados ao estudo do embate violento contra o solo, onde, entre outras vantagens, seriam abordadas práticas terapêuticas capazes de aperfeiçoar a performance de voo.

Pedro Guimarães (Braga, 1977) é um artista visual que tem como ferramenta única de trabalho a fotografia. A sua actividade divide-se entre a produção de conteúdos para diversos agentes editoriais e instituições e a produção de séries fotográficas de carácter autoral. O seu trabalho pessoal, embora assente na documentação da realidade aparente segundo a mais conservadora tradição fotográfica, rejeita por completo o carácter iminentemente documental do fotografia, reclamando para si um território fundamentalmente ficcional e fantástico cujos alicerces assentam na subjectividade surreal que emana da simples observação atenta coisas e dos lugares.
Colabora regularmente com publicações como o New York Times Magazine, Wall Street Journal, Monocle, Die Zeit e El País.
Uma mostra dos trabalhos publicados, assim como uma lista de exposições passadas pode ser consultado no próprio sítio internet do autor em www.pedroguimaraes.net.

Publicado a 10 de Setembro de 2014

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Por teu livre pensamento
João Pina

A exposição «Por teu livre pensamento» reúne o trabalho fotográfico de João Pina, desenvolvido durante o período de entrevistas efectuadas a ex-presos políticos portugueses, presentes no livro com o mesmo título.

As quarenta provas aqui trazidas a público exibem os fotografados enquadrados em locais associados à sua própria história de resistentes antifascistas ou, em alternativa, em locais relacionados com a actividade que presentemente desenvolvem.
Este trabalho acaba também por constituir um verdadeiro roteiro da memória, de pessoas e locais marcantes em todo o contexto da luta revolucionária, mas mais do que ex-presos políticos fotografados em diferentes enquadramentos, no trabalho de João Pina estão representadas quatro décadas de luta contra a ditadura e, em somatório, mais de 104 anos de encarceramento de portugueses que repartem o “crime” de ter pensado de forma diferente da instituída e, de terem ousado agir de acordo com essas convicções.

A relação entre a fotografia e a preservação da memória é óbvia e de fácil constatação. No entanto, não se pode deixar de recomendar uma observação mais atenta de alguns pormenores que poderão escapar a um olhar menos precavido.
Atente-se que, enquanto alguns dos retratados conseguem esboçar um sorriso quando, perante a câmara de João Pina, acederam recriar as célebres fotos de frente-perfil-três quartos que davam um rosto às fichas e cadastros da PIDE, para outros, mais de 30 anos após a queda do regime que os enclausurou e torturou, os traumas e hábitos causados pelas duras experiências a que estiveram submetidos parecem ainda não estar ultrapassados. Tal é facilmente constatável com um mero exercício de comparação das expressões adoptadas por muitos destes ex-presos políticos perante os “fotógrafos” da polícia política com as assumidas na produção deste trabalho, expressões fechadas que muitas das vezes, tinham por objectivo dificultar uma posterior identificação quando lograssem voltar a conquistar a liberdade.

Como co-autor do projecto «Por teu livre pensamento» tive naturalmente o privilégio de acompanhar o João Pina ao longo de parte substancial do trabalho agora exibido. Fui assim testemunha privilegiada do firme empenho e da paixão que coloca no seu trabalho, características que já lhe valeram a obtenção de merecidos reconhecimentos na área da fotografia. Neto de presos políticos, bisneto do “fotógrafo oficioso” a quem se devem as imagens que ainda hoje permitem documentar qualquer trabalho sobre o sinistro campo do Tarrafal, mais do que fechar um ciclo, este projecto aponta um rumo para o que pode ser feito pela preservação e transmissão da memória às gerações que não conheceram a ditadura.

Que não se esqueça para que não volte a acontecer.

Rui Galiza

Publicado a 13 de Maio de 2014

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Think | Act | Form – materials, origins and affinities
Ana Rosa Hopkins

Curadoria: Victor Pinto da Fonseca

PT/// A Plataforma Revólver recebeu Ana Rosa Hopkins no Edifício Transboavista, para a residência artística da primavera de 2014. Entre abril e maio a artista realizou trabalho específico para o espaço Plataforma Revólver HOTEL. A residência da Ana Rosa Hopkins na Plataforma Revólver, em Lisboa, criou a possibilidade da artista reunir diferentes ideias sobre as quais a sua prática se centra e se confronta; mas permitiu também a exploração e o uso de matérias e objetos que a artista nunca havia antes desenvolvido. A exposição no espaço HOTEL foi a ocasião perfeita para a artista trabalhar no contexto da cidade de Lisboa, na pesquisa dos ambientes que vivenciou, o que lhe permitiu a utilização e articulação – em boa parte – dos materiais agora apresentados em permanente diálogo com as suas ideias e a sua prática conceptual. Quer isto dizer que a residência permitiu à artista refletir sobre a prática no local (site-specific), através de uma noção mais abrangente da produção artística e também de se interrogar sobre o fazer e sobre os diferentes significados do ‘fazer’. Fazer qualquer coisa, não importa com que objecto ou material, foi a ideia desenvolvida no âmbito desta exposição apresentada em Lisboa, no Hotel da Plataforma Revólver. É caso para dizer que a artista britânica, estabelecida em Manchester, encontrou recordações de outra natureza no contacto e na sua relação com a história da cidade de Lisboa, que influenciaram com sinceridade o seu espírito e a sua prática, ao longo do período de quatro semanas da sua permanência ininterrupta no Transboavista.

Ana Rosa Hopkins (nascida em Córdoba, Argentina) é doutoranda no MIRIAD (Instituto de Investigação e Inovação em Arte e Design), na Manchester Metropolitan University intitutlado “The back-story in contemporary sculptural practice: material, history and action and the legacy of Joseph Beuys”. Tem apresentado os seus trabalhos em exposições individuais e coletivas, entre Alemanha, Finlândia, Portugal, Espanha e Brasil. Tem recebido diversos prémios no Reino Unido e em 2013 foi artista convidada na Ebenbockhaus, pelo Município da cidade de Munique. Em 2014, foi premiada com residências e exposições na Plataforma Revolver, Lisboa e a Real Fábrica de Cristales de La Granja, Segóvia, Espanha.

A residência na Plataforma Revólver realizou-se com o apoio do Edifício Transboavista, da MIRIAD e da CML.

EN/// Plataforma Revólver is pleased to host Ana Rosa Hopkins in the Transboavista building for the spring artist residency programme. Between April and May the artist presents series of new specific works for the Plataforma Revólver HOTEL. The residency for Ana Rosa Hopkins at Plataforma Revólver in Lisbon gave her the opportunity to bring together different ideas around the focus and challenges of her practice; but also allowed the exploration and use of materials and objects which the artist had never worked with before. The exhibition at the Plataforma Revólver HOTEL was the perfect moment for the artist to work within the context of the city of Lisbon and explore the environments she experienced, allowing her in many of the works to express a constant dialogue between the materials used and her ideas and conceptual practice. This means that the residence allowed the artist to reflect on the site specific through a broader notion of artistic production and to question the making process and the different meanings of ‘making’. The idea developed in the context of this exhibition presented at Hotel Plataforma Revólver, Lisbon was to do anything, no matter with what object or material. That is to say that the British artist currently living in Manchester came across other types of memories in her contact and relationship with the history of the city of Lisbon, which strongly influenced her spirit and practice over her four weeks uninterrupted stay in Transboavista.

Ana Rosa Hopkins (born in Córdoba, Argentina) is currently undertaking a PhD by Practice in MIRIAD, Manchester Institute for Research and Innovation in Art & Design at Manchester Metropolitan University
entitled “The back-story in contemporary sculptural practice: material, history and action and the legacy of Joseph Beuys”.
She has presented her work in solo and group exhibitions, including Germany, Finland, Portugal, Spain and Brazil and has received several awards in the UK. In 2013 she was a guest artist at Ebenbockhaus in Munich at the invitation of the Municipality. In 2014 she was awarded residencies and exhibitions at Plataforma Revolver, Lisbon, and the Real Fábrica de Cristales in La Granja, Segovia, Spain.

The residence at Plataforma Revólver is supported by Transboavista, MIRIAD and CML.

Publicado a 12 de Maio de 2014

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